Genealogia do Sujeito Freudiano

Cem anos separam a "Fenomenologia de Espírito", de Hegel, e a "Interpretação dos Sonhos", de Freud; no entanto, ambas têm como questão central a constituição do sujeito. Não seria exagerado dizer que esse é o objeto que emerge para o pensamento contemporâneo, a partir de Hegel, e que permanece como questão central - embora não nomeada - da psicanálise freudiana.
Passado mais outro século, é ainda o sujeito, objeto-tema do livro de Monah Winograd, uma questão que está longe de ser esgotada.
A autora mostra como a filosofia construiu o solo de pensabilidade que tornou possível o surgimento do cenceito de sujeito.
Mas, entre o sujeito hegeliano e o sujeito freudiano, há os conceitos de inconsciêncte e de pulsão, masrcas da originalidade da psicanálise. Esse é o ponto que divide as duas partes do livro de Monah e que é por ela denominado "devir sujeito", ponto da metamorfose do sujeito de desejo, em Hegel, para sujeito do inconsciente, em Freud e Lacan.
Luiz Alfredo Garcia-Roza



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