Domingo dos Séculos

"Jovem, o autor já conhecia como poucos Proust, Rimbaud, Bergson e muitas bibliotecas espalhadas pelo mundo. Foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922, mas não participou dos atos no Teatro Municipal porque ficou na cama, derrubado pelo tifo. Suas crônicas, se assim podem ser chamados esses escritos, são diretas, bem humoradas, às vezes ferinas. Pequeno exemplo, dirigido aos críticos furibundos da Semana, extraído da orelha do livro: “Em arte não há começo nem fim. Ela começa antes dos fatos descritos e continua depois de fechado o livro."


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